Medir amônia: a ferramenta que transforma ambiente em resultado produtivo

A percepção humana possui limitações. Por isso, no controle ambiental dos galpões, medir sempre será mais confiável do que supor.

O cheiro nem sempre é um indicador confiável

Uma das crenças mais comuns é associar o nível de amônia apenas à intensidade do odor.

Entretanto, a percepção olfativa varia de pessoa para pessoa e pode ser reduzida após algum tempo dentro do galpão devido à adaptação sensorial.

Por esse motivo, basear decisões apenas no cheiro pode levar à subestimação de situações de risco.

O que as medições permitem

A utilização de equipamentos de monitoramento fornece informações concretas para a tomada de decisão.

As medições permitem:

  • Detectar problemas precocemente.
  • Comparar diferentes áreas do galpão.
  • Avaliar mudanças de manejo.
  • Validar resultados.
  • Priorizar ações corretivas.

Informações objetivas reduzem a incerteza e aumentam a eficiência das decisões.

Reduzir a amônia gera valor

Controlar a amônia não é apenas uma questão sanitária.

Também possui impacto direto sobre a produtividade.

Menores concentrações de amônia normalmente estão associadas a:

  • Melhor qualidade ambiental.
  • Maior bem-estar animal.
  • Menor incidência de lesões.
  • Melhor qualidade da cama.
  • Melhor desempenho produtivo.

O ambiente também produz resultados

Na produção avícola, cada melhoria ambiental gera reflexos sobre a saúde e o desempenho do lote.

Por isso, a amônia não deve ser considerada um problema inevitável. Trata-se de uma variável que pode ser medida, monitorada e controlada.

A diferença entre reagir ao problema ou preveni-lo está, muitas vezes, na disponibilidade de informações e na capacidade de transformar dados em decisões de manejo.

O primeiro passo é simples: medir o que as aves estão respirando.

 

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